Meu filho quer um cachorro

Pet

Há tempos o seu filho pede por um cachorrinho, mas você ainda não está certa se atende ou não ao pedido. Para ajudar em sua decisão, a revista Belleza Total conversou com os profissionais Leriel Gaio, da Cãozinho Curitiba, e Mabel Miranda Vaz, coordenadora do Hospital Universitário Anhanguera Unipli. Os profissionais dão dicas importantes para que você realize o desejo da criança e como envolvê-lo nos cuidados diários do pet.

Antes de escolher o porte do animal que fará parte da família é preciso analisar alguns itens. Perguntas como: a idade da criança, se ela possui algum tipo de alergia e qual o tamanho do espaço disponível ao cão devem ser consideradas. Esses dados ajudam na hora da escolha. A companhia de um animal de estimação é benéfica e, sempre que possível, os pais devem atender ao pedido da criança. Leriel Gaio lembra que estudos comprovam que os cães estimulam de maneira positiva o olfato, visão, audição e a percepção até nos bebês.

Para crianças menores de sete anos, Gaio aconselha evitar cães muito pequenos como yorkshires, chihuahuas, malteses entre outros, pois eles possuem uma estrutura mais frágil e as crianças podem machucá-los, mesmo sem a intenção. Também não é indicado, dentro dessa faixa etária, ter cães muito grandes como golden retriever ou labrador, mesmo que sejam filhotes. Os cães crescem muito rápido e aos seis meses estará praticamente adulto e, com certeza, as brincadeiras não serão compatíveis com a criança podendo até machucá-las. “Alguns pais optam por restringir o contato do filho com o pet para evitar problemas, mas essa ação acaba limitando a grande magia da convivência entre a criança e o animal”, alerta Gaio.

Para crianças entre um e sete anos, os cães robustos e de porte pequeno como schnauzers, shitzus e lhasas são os mais indicados. As crianças mais velhas estão aptas a terem filhotes menores, pois conseguem dar mais atenção a eles.

CUIDADOS

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Após realizar o sonho do filho, agora é hora de incluí-lo nos cuidados que o cão precisa no dia a dia. Desde a chegada do animal a criança deve participar dos cuidados como alimentação, escovação dos pelos e brincar com o pet. Quanto maior a proximidade entre eles, melhor será a adaptação entre os novos amigos. Envolvê-los nas atividades é importante e também ajuda no desenvolvimento da responsabilidade, mas seu filho não pode encarar a tarefa como um castigo. Mabel Miranda Vaz aconselha que a primeira coisa a ser feita após pegar o animal é levá-lo ao veterinário. As orientações dadas pelo profissional são necessárias para a prevenção de doenças, além de indicar a vacinação e vermifugação para o animal. “No lar, para evitar acidentes com o pet, a família deve ter o cuidado de colocar telas em varandas e janelas, além de cercado nas escadas. O ambiente deve ser desinfetado com produtos próprios para animais. O controle de pulgas e carrapatos, banho e escovação dos dentes devem fazer parte da higiene”, orienta a coordenadora.

Por Ana Maria de Jesus

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