Adriane Werner

de preto rosto

Colunista revista Belleza Total

Jornalista e mestre em Administração

Ministra cursos e palestras sobre Comunicação e etiqueta corporativa

http://www.adrianewerner.com.br

Amizade ou coleguismo?

Como deve ser o ambiente de equipe?

AW

Todos vivemos em grupo. Seja na escola, no trabalho, na comunidade, na Igreja ou em outros ambientes, sempre precisamos conviver com pessoas que podem ser muito diferentes de nós. Essas diferenças deveriam ser enriquecedoras, mas, ao contrário, às vezes se tornam irritantes. Nem sempre é possível gostar de todos à nossa volta.

Trabalhar ou estudar em um ambiente em que todas as pessoas se gostem e sintam amizade umas pelas outras certamente seria agradável e tornaria a convivência até mais leve. Poder descontrair em alguns momentos, confraternizar em situações festivas, desabafar nos momentos difíceis… quem não quer?

Mas a verdade é que, quando falamos de seres humanos, falamos de estilos diferentes, gostos diversos, formação cultural e familiar muitas vezes diferentes e, mais do que isso, até conflitantes. Gostar de todo mundo é impossível. É natural que tenhamos mais afinidades com alguns colegas e menos com outros. Na hora de fazer um churrasco em sua casa, por exemplo, é provável que você queira convidar alguns colegas e deixar outros de fora da lista. Isso tudo é natural.

O que não é natural, nem saudável, em ambientes de grupo é deixar que a falta de afinidade ou de amizade prejudique o bom andamento dos trabalhos. Não precisamos ser amigos de todos, mas primar pelo espírito de equipe é necessário. Gostar ou não de alguém é normal, mas isso não nos dá o direito de prejudicar ou deixar de ajudar alguém de quem não gostamos.

Respeito é fundamental. Amizade é diferente de coleguismo. E o que mais precisamos no ambiente de trabalho, na sala de aula ou no grupo de convivência é coleguismo. Ser bom colega significa tratar o outro como nós mesmos gostaríamos de ser tratados. Não precisamos oferecer carinho ou afeto a alguém com quem não tenhamos amizade, mas devemos tratá-lo com ética e lisura de caráter.

Se é demais pedir que ajudemos aos nossos desafetos, pelo menos podemos tentar não atrapalhá-los – isso, sim, seria deslealdade e falta de espírito de equipe. Se não podemos ser amigos de todos, que tentemos ao menos NÃO SER INIMIGOS.

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