Asma

Por Ana Maria

Fotos: Divulgação

A asma é uma doença de causa alérgica, o que resulta em dificuldade para respirar que, se não tiver acompanhamento médico e tratado com medicamentos apropriados, pode agravar progressivamente, levando o paciente a falta de oxigenação e até a morte.

Os conselhos da vovó de “não ande descalço” e “coloque um agasalho”, não são capazes de impedir a doença que atinge cerca de 150 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde, já que a doença possui caráter genético. Contudo, especialistas garantem que o mais importante para os portadores da enfermidade é a prevenção, que atenua e controla as inflamações dos brônquios.  Segundo o pneumologista Dr. Marcos R. Günther, que atua na UTI geral do Hospital Nossa Senhora das Graças, a asma não se adquire de uma hora para outra. “Trata-se de uma doença crônica e recorrente, ao contrário da bronquite, que pode atingir qualquer pessoa, sem a influência dos fatores genéticos, embora as duas possuam sintomas muito parecidos”, explica o médico.

Pessoas que tiveram asma na infância podem não ter quando adulto ou, após um período sem a doença, ela pode voltar a se manifestar. Mais comum em crianças do que em adultos, os sintomas mais frequentes são: chieira, tosse e diminuição do tempo respiratório. Günter alerta que o descuido com os tratamentos preventivos podem originar a deterioração pulmonar, ao longo dos anos. “Se o paciente deixa de se prevenir, acaba prejudicando sua própria saúde, podendo adquirir, com o passar do tempo, a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), cujos sintomas são mais graves e podem ser irreversíveis”, esclarece o especialista.

Qualquer variação na temperatura corporal pode ser um agravante das crises asmáticas. Durante o inverno, a frequência de pacientes com esta enfermidade aumenta consideravelmente nos hospitais. “Quanto antes iniciado o tratamento, melhor será a resposta. Assim que surgirem os primeiros sinais da doença, como: falta de ar, sensação de aperto no pulmão e chiado ao respirar, os pacientes devem procurar o auxílio de um pneumologista”, finaliza Günter.

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